Ser “eco-sensivel” é (ou está) muito chique. Mas, o que é ser eco-sensível? Usar roupas de puro algodão orgânico, é. Comprar produtos de beleza feitos à base de cera de abelhas, também é. Decorar a casa com poltronas de designers que trabalham com madeira certificada, é muito. (leia mais)
Algo me diz que chegará o dia em que teremos saudades das placas de rua extintas pelo Cidade Limpa. Também nos lembraremos, com certa nostalgia, dos breaks comerciais que hoje interrompem nossos programas de TV favoritos. Chegaremos à conclusão de que éramos felizes e não sabíamos quando a mocinha do telemarketing nos acordava sábado de manhã para saber se “estávamos tendo” interesse em uma incrível promoção de minutos telefônicos a cinco centavos. (leia mais)
- Amor, para onde a gente vai no Réveillon?
- Que tal Bahia? Foi tão bom ano passado!
- De novo? Tanto lugar pra conhecer…
- Pensou em algum?
- Hummm. A gente podia ir para Fernando de Noronha. Costa Rica também seria legal. Chapada Diamantina? Bom, mas também com preço de Réveillon, dá para passar uma semana em Paris!
Pronto. Angústia instalada. O casal, que estaria feliz da vida naquela mesma pousada, pedindo aquele mesmo bolinho de peixe e curtindo aquela mesma praia, agora se vê diante de tantas opções possíveis que, a esta altura, a viagem já virou o “Projeto Réveillon 2008/2009”, com pesquisas, cronograma e reuniões semanais de atualização. (leia mais)
Duas passagens, ocorridas num pequeno intervalo de tempo, nos chamaram a atenção para uma ansiedade muito comum entre as mulheres. Estava em uma loja de objetos de design, procurando um presente de última hora e me deparei com uma pequena imagem de Buda, numa caixinha de acrílico. Um objeto para ser usado como enfeite em uma estante ou mesa, cuja função, evidentemente, é fornecer um “toque místico-religioso” à composição de um ambiente.
Fui me aproximando para ver melhor e avaliar se era um bom presente para a aniversariante querida. (leia mais)
O jovem e chique casal acaba de sentar-se à mesa de um restaurante tradicional e elegante. Coisa fina, mesmo. Felizes e apaixonados, resolveram comemorar a data especial em um de seus locais favoritos. Num balé bem ensaiado, o serviço cinco estrelas se faz presente, e vai cumprindo todas as etapas, com primor.
Chega a carta de vinhos. Evidentemente, ela é entregue ao homem. Com muita elegância, ele a apanha e entrega-a à mulher que, sorrindo, dá início ao seu momento favorito: escolher o inesquecível vinho que irão beber. (leia mais)